Portal Tech Info: SmartWatch

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SmartWatch



Rumores indicam que o Google está produzindo dois relógios inteligentes. Por dentro, os dispositivos seriam essencialmente iguais, mas eles devem vir em telas de tamanhos diferentes.

Os modelos estão sendo chamados dentro do Google de Angelfish e Swordfish. O primeiro terá recursos como conexão LTE, GPS e monitor de frequência cardíaca. O segundo teria uma tela menor e não contaria com o mesmo número de recursos. Ambos os modelos teriam telas circulares.

O Angelfish teria algumas semelhanças com o Moto 360 e o LG Urban 2. Ele contaria com três botões: um grande e dois pequenos abaixo dele. Segundo os rumores, o modelo teria espessura de mais de 14 milímetros, devido a uma bateria maior.

O acabamento seria em cinza escuro fosco e essa versão não será compatível com as mode bands do Google.

Já Swordfish contaria com apenas um botão, seria mais fino do que o outro modelo, com espessura de 10,6 milímetros e versões em ouro rosa, prata e cinza chumbo. Ele será compatível com as mode bands.


Os dois dispositivos devem ser anunciados em breve, junto com os smartphones Nexus.

Fonte: Olhar Digital

Revelado durante a IFA 2015, o conjunto de produtos da Philips voltados para o setor de saúde finalmente ganharam uma data de lançamento. Enquanto equipamentos como uma balança, um monitor de pressão sanguínea e um termômetro já estão disponíveis para compra diretamente a partir da fabricante, o Health Watch só poderá ser adquirido a partir de setembro, por nada menos do que 250 euros – cerca de R$ 1.010, em conversão direta.

O gadget virá com uma tela de e-ink – a mesma tecnologia do display de leitores como o Kindle Paperwhite –, que permitirá que sua bateria dure até quatro dias. Além disso, o aparelho será à prova-d’água e virá com um design minimalista e leve. O visor circular pode ser desbloqueado com três toques seguidos para permitir a exploração dos recursos do dispositivo. Já para voltar à face do relógio, basta encostar no símbolo no topo do vidro.


Todos os equipamentos de saúde da empresa, incluindo o Health Watch, poderão ser conectados ao aplicativo Philips HealthSuite. Dessa forma, é possível rastrear a quantidade de passos dados, as calorias queimadas e a qualidade do sono de forma similar à de qualquer smartband, mas inclui o monitoramento óptico contínuo de batimentos cardíacos por meio da tecnologia própria da fabricante.

Não é uma fitness band

Como a ideia do aparelho não é substituir relógios feitos para esportistas, mas sim servir como um dispositivo de acompanhamento de saúde, ele não conta com GPS. O relógio pode até receber notificações no futuro, mas isso não estará disponível no lançamento. Por outro lado, será possível inserir a quantidade de calorias consumidas nas suas refeições ao longo do dia.


O motivo para a demora no lançamento é o fato da Philips estar esperando que o Health Watch receba certificação médica. A empresa espera que isso não somente permita que ela faça a diferença no setor de saúde, mas também possibilite que as informações coletadas sejam aproveitadas por profissionais da medicina e hospitais, tornando-se mais úteis e compreensíveis para os usuários.

Fonte: Tecmundo


Após o grande destaque dado ao ResearchKit, sua plataforma de coleta de dados para pesquisas médicas, a Apple mudou suas práticas relacionadas à obtenção de informações de saúde dos usuários. Antes, o sistema era restrito apenas a instituições da área da medicina, mas agora, a própria Maçã se colocou como uma possível receptora das informações. Mas isso não significa que a empresa está dando seus pulinhos na área da saúde.

 A empresa deseja, na realidade, melhorar cada vez mais o ResearchKit, e para fazer isso pede acesso às mesmas informações que os pacientes enviam a hospitais e instituições. Ela se credenciou como uma responsável “secundária” pelas pesquisas que estão sendo realizadas com o uso de iPhones e Watches. Para deixar de lado qualquer preocupação com segurança, a Apple já afirma que os participantes deverão concordar com isso, por meio de um sistema opt-in – ou seja, eles devem demonstrar sua concordância expressa, ativando o envio de informações.

Os dados, claro, são todos anônimos e a Maçã garante que serão usados única e exclusivamente para melhorar o ResearchKit. Duas das pesquisas em andamento já fazem parte desse novo trabalho da Apple, ambas mostradas no palco do evento de anúncio do iPhone SE, na última semana. Com autorização das instituições envolvidas, a Maçã deseja obter informações a partir do Mole Mapper, um estudo sobre melanomas, e do mPower, pesquisa realizada para aprender mais sobre o comportamento de portadores do Mal de Parkinson.

Segundo a empresa, nem todos os estudos realizados pelo ResearchKit terão a Apple como “secundária”, e as próprias instituições responsáveis também podem optar por não contar com a participação da companhia. Ela, entretanto, recomenda que isso aconteça, uma vez que a ideia é desenvolver ainda mais a plataforma e facilitar estudos futuros.

Fonte: Canal Tech

É verdade, a tecnologia tira o sono de muita gente. Quantos não ficam grudado na tela da TV, no computador, jogando videogame ou, mais recentemente, vidrado no smartphone antes de ir pra cama?!... Estudos afirmam que essa exposição atrapalha, sim, o sono. A pessoa fica agitada; dorme mal. A novidade é que a tecnologia também já serve para nos oferecer uma noite de sono melhor, mais controlada e saudável.

A análise mais completa do sono ainda é feita através da polissonografia - um exame que utiliza dezenas de sensores para avaliar uma série de variáveis no paciente; desde a respiração durante o sono, a oxigenação do sangue, o nível de profundidade do sono, quantas vezes a pessoa desperta durante a noite (mesmo sem perceber), se a pessoa aperta os dentes ou mexe muito as pernas enquanto dorme e até o ritmo cardíaco durante todo o sono.

Mais modernos que os sensores que monitoram o paciente durante uma noite completa de sono, são os softwares que fazem uma análise bastante minuciosa das informações coletadas.

Mas você não precisa ter algum problema ou distúrbio para monitorar seu sono. Diversos aplicativos para smartphones e principalmente muitas pulseiras e relógios inteligentes já oferecem essa possibilidade. Nos celulares, esses aplicativos usam o acelerômetro do aparelho para identificar o quanto a pessoa se mexe na cama enquanto dorme. A precisão não é muito grande...

Os relógios e pulseiras são mais eficientes do que os aplicativos. Quando os resultados do monitoramento dos smartwatches ou smartbands são comparados com a polissonografia, a a proximidade é grande e, com a evolução da tecnologia, a distância entre os testes de laboratório e a leitura feita por esses aparelhos é cada vez menor. O único alerta é que esses dispositivos devem ser usados apenas para monitorar seu sono, não para identificar um distúrbio. Mas ao notar, por exemplo, que tem dormido pouco ou ficado pouco tempo na zona de sono profundo, você pode entender porque se sente tão cansado no dia seguinte e, de repente, até mudar um pouco seus hábitos.

Com um acelerômetro muito mais sensível e alta precisão, os actígrafos são os únicos relógios validados para serem usados como equipamento médico.

Claro, é bem provável que os smartwaches evoluam seus sensores e cheguem a oferecer precisão tão alta como os actígrafos. Mas a principal diferente ainda vai estar no aplicativo que lê e analisa as informações coletadas no dispositivo.

E você? Dorme bem? Já experimentou algum aplicativo ou dispositivo para monitorar suas noites de sono? O que acha? Compartilhe sua experiência com a gente nos comentários desta matéria. E se a tecnologia também vem tirando seu sono; talvez seja melhor desconectar um pouco na hora de dormir e voltar a contar carneirinhos...

Fonte: Olhar Digital
Há algum tempo a Samsung apresentou ao mundo a sua loja de apps Gear, que permitia o download de watch faces e outros tipos de aplicativos criados especialmente para smartwatches. Para tornar tudo mais prático e unificado, a sul-coreana decidiu descontinuar esta loja e mover todos os apps nela contidos para uma categoria dentro da Galaxy Apps, permitindo assim que as aplicações "especiais" para seus smartphones, tablets e relógios inteligentes possam ser encontradas em um único lugar.

Vale destacar que o Samsung Gear continuará como um aplicativo independente após a atualização que removerá suas funcionalides de loja de apps, sendo responsável por organizar todos os dispositivos vestíveis pareados, sejam eles smartwatches ou smartbands. Com isso, ao tocar sobre a opção de encontrar novos aplicativos você será encaminhado para a Galaxy Apps, onde poderá facilmente acessar a guia correspondente e buscar pela aplicação que deseja.

Como uma espécie de promoção para a migração, a Samsung decidiu disponibilizar uma série de watch faces para o Gear S2 gratuitamente, possibilitando assim que usuários do novo relógio inteligente possam personalizá-lo como quiserem sem que seja necessário gastar um centavo sequer com isso. Obviamente, contudo, que as alternativas liberadas pela sul-coreana são um tanto quanto limitadas, porém ainda assim estão disponíveis algumas opções interessantes para diversos tipos de pessoas.



Caso você possua um smartphone ou tablet Galaxy e um smartwatch ou smartband Gear, basta acessar diretamente a Galaxy Apps que será exibida uma notificação sobre a atualização, bastando prosseguir com o download e instalação para que a loja passe a mostrar uma guia específica para aplicativos voltados para os dispositivos Gear, incluindo desde as faces para personalização até aplicações de redes sociais, jogos e muito mais.

Fonte: Tudo Celular
Motorola 4 de setembro

A Motorola deu dicas hoje de que deve lançar o relógio inteligente Moto 360 e novas versões dos smartphones Moto X e Moto G no próximo dia 4 de setembro.

Num convite para um evento a ser realizado nessa data em Chicago, a empresa imprimiu imagens de um relógio e de dois smartphones - um com a letra X e outro com a letra G. Segundo a imprensa especializada, um fone de ouvido bluetooth também deve ser revelado nessa ocasião.

Tanto Moto X quanto Moto G são bem-sucedidos no mercado brasileiro. O primeiro tem suporte para comandos de voz em português e o último se notabiliza por ser um gadget bom e barato.

Já no caso do G Watch, os destaques são a tela redonda (rara entre os relógios inteligentes à venda) e o Android Wear, sistema operacional do Google para ou dispositivos de computação vestível.

A Motorola é a segunda  empresa de tecnologia a confirmar que vai apresentar produtos no próximo mês. Além dela, a Samsung deve lançar o smartphone Galaxy Note 4 no dia 3.

Comenta-se, ainda, que a Apple pode apresentar ao público no próximo dia 9 o iPhone 6, nova versão do smartphone da empresa.

Fonte
Fontes internas vindas de uma fabricante taiwanesa revelaram algumas informações bastante interessantes para aqueles que estão ansiosos pelos novos produtos que a Apple vai apresentar ainda neste ano.

A primeira novidade tem relação com os dois supostos modelos do iPhone 6. Segundo o Phone Arena, o modelo com tela de 4,7 polegadas terá uma proteção de tela Gorilla Glass; já o phablet de 5,5 polegadas, usará uma tela de safira, no lugar disso.

É claro que, uma vez que o segundo item é especialmente caro e complicado de fabricar, podemos esperar uma produção consideravelmente menor para ele. Enquanto o modelo menor tem um pedido de 60 milhões de unidades, o maior está limitado a “apenas” 10 milhões, o que pode acabar sendo pouco para o número de fãs da Maçã.

Já quanto ao smartwatch da Apple (que teve sua existência recentemente confirmada, aliás), temos informações quanto ao preço do acessório. Supostamente, ele custará US$ 349 – aproximadamente 786 reais, sem considerar impostos e afins –, um valor um pouco acima do que havia sido previsto. O aparelho virá com ferramentas feitas especialmente para analisar sua saúde, trabalhando em conjunto do aplicativo anunciado recentemente para o iOS 8.

Para reforçar rumores anteriores, temos mais informações indicando que a data de lançamento não apenas do iWatch, como também dos dois modelos do iPhone 6, devem chegar em setembro; possivelmente na última semana do mês, assim como foi com o iPhone 5S. Resta esperar e torcer que os vazamentos sejam verdadeiros.

Fonte
Se algumas informações obtidas pelo site Phone Arena estiverem corretas, o LG G Watch pode chegar às lojas equipado com um processador Snapdragon 400. A ideia para a inclusão desse modelo de chip vem da menção "MSM8226" em uma lista de dados do acessório, o que pode fazer dele o primeiro com um processador de quatro núcleos.

Já o site Geeky-Gadgets informa que o smartwatch deve vir com uma tela de 1,65 polegadas com resolução de 280 x 280. Ele também é tido como um aparelho que usa o USIM, indicando que ele seria independente de tablets e smartphones – ou seja, você pode receber ligações, enviar e receber mensagens e realizar outras ações diretamente nele.
LG G Watch deve chegar com processador snapdragon 800


Outras informações divulgadas pelo site PHAndroid incluem dados referentes ao sistema operacional do LG G Watch (Android 4.4W, uma versão "Wear" do Android KitKat), além de integração com o Google Now e a adição de várias imagens de plano de fundo presentes nele. Entre as fotos estão algumas com desenho e outras de cenários referentes a elementos naturais.

Vale lembrar que, até o momento, a LG não se manifestou para confirmar se as informações divulgadas pelos sites são verdadeiras. Sendo assim, elas devem ser tratadas como rumores.
Fonte: Tecmundo

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